
Devido ao período de forte seca, ocasionado pela falta de chuvas, a correnteza do arroio São Lourenço está com o volume abaixo do normal. A situação propicia a proliferação de vegetações daninhas sobre o arroio como a alface-d’água (marrequinha) e a cataia-gigante. O controle é feito pela Prefeitura, através Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, e a retirada pela equipe da Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo (SMOU). Nesta quinta-feira (30) a retirada acontece no trecho do arroio em direção ao bairro Lomba, antes da ponte de acesso ao Camping Municipal.
Apesar de onerar o maquinário, a retirada da vegetação é uma medida preventiva. “Estamos sempre em constante monitoramento das condições do arroio São Lourenço. A Secretaria procura atender da melhor forma possível os anseios da comunidade através de nossos funcionários” – disse o Secretário Municipal de Obras e Urbanismo, Francisco Fagundes. Fagundes salienta que a alface d’água, por ser uma planta pequena e individual, não pode ser retirada pelas máquinas da SMOU.
Em maior quantidade no arroio, a alface d’água não possui raiz fixa, o que a torna “flutuante”, e se caracteriza como um problema temporário que seguirá o curso do rio durante períodos de chuva. Já a cataia-gigante, como é conhecida popularmente, cresce no leito do arroio e se desprende do sedimento. A vegetação é capaz de formar ilhas flutuantes que impossibilitam a navegação e a correnteza do rio. Sua retirada pelas equipes é constante. “É um trabalho permanente. Ao observamos a formação deste tipo de vegetação sobre o arroio entramos em contato com a Secretaria de Obras e Urbanismo que realiza o trabalho de retirada”, disse o coordenador de Defesa Civil, Ilton Kuhn.
O controle e retirada da vegetação daninha é feito de forma mecânica. Uma equipe da SMOU segue de barco até o ponto em que se encontra a ilha com as cataias-gigante. Uma corda é presa sobre a raiz e, então, uma segunda equipe a puxa para margem do arroio para ser retirada por uma retroescavadeira. DECOM
