Produtores de pelegos, pantufas e chinelos tiveram que se adaptar a nova realidade na pandemia
ALOÍSIO HAMMES trabalhou durante 18 anos na empresa Arthur Lange, em Turuçu e 32 anos nos galpões de sua residência e, hoje em dia, com o apoio de sua esposa IEDA HAMMES trabalha com produtos de lã. Entrevistado pelo Jornal O LOURENCIANO ele relatou que “em tempos de pandemia tivemos que nos reinventar na questão das vendas dos produtos como chinelos, pantufas, tapetes, capa de mochinho entre outros. Antes da pandemia tudo que fabricávamos era levado para as feiras de artesanato e vender na Av. Bento Gonçalves, em Pelotas aos domingos, mas com todas restrições que agora temos que conviver ficou tudo mais difícil para comercializar os produtos. Nós fazemos toda a produção manualmente, e como os clientes geralmente são das redondezas aqui do Sul acabamos optando por montar a banca em frente a nossa residência (Av. Santos Abreu quase ao lado do Super Jepsen).
Como trabalhávamos há muitos anos naquele espaço aos domingos em Pelotas, as pessoas que compravam num inverno, normalmente compram no outro também. Agora tudo ficou mais complicado. Em Caxias, os curtumes atualmente estão muito fracos em função da pandemia. Onde conseguimos um preço melhor é em Curitiba, onde vamos até lá para classificar as peles e depois a transportadora entrega.
A maior comercialização são pantufas (entre R$ 70,00 e R$ 80,00) e chinelos (entre R$ 50,00 e R$ 60,00). Estamos aqui em São Lourenço do Sul há 65 anos morando no mesmo espaço, (Av. Santos Abreu quase ao lado do Super Jepsen). Então esse trabalho é reconhecido”.
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ALOÍSIO HAMMES pode ser contatado pelo fone (53) 99106.0689
