Quinta, 16 Maio 2019 06:37

David Baini - Edição dia 16-05-19

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Como os cortes de verba devem afetar o campus da FURG em SLS?
* Entrevistado o Diretor da FURG em SLS, Prof. EDUARDO VOGELMANN falou sobre como os cortes de recursos deverão afetar o campus da FURG em São Lourenço do Sul? Ele assim se manifestou: “A situação atual vem sendo observada com muita apreensão pelos gestores e, apesar da FURG manifestar recentemente a possibilidade de criação de um novo curso em São Lourenço do Sul, notícia muito bem recebida pela comunidade, os anúncios de cortes nas verbas das Universidades e Institutos Federais de ensino devem dificultar severamente a gestão dessas instituições, dificultando os planos de expansão de novos cursos, infraestrutura e projetos de ensino, pesquisa e extensão. Além disso, a redução do orçamento inevitavelmente refletirá em uma redução no valor que atualmente a FURG SLS gasta no comércio e setor de serviços de São Lourenço. Além disso, haverá outras repercussões como o aumento do desemprego pois todas as intuições necessitarão reduzir o quadro de funcionários terceirizados. Hoje a FURG SLS gera 14 empregos diretos, ocupados por lourencianos. Somado a isso, poderá ser incrementada a evasão de alunos, principalmente os de baixa renda, pela redução da ofertas de bolsas e auxílios financeiros que atualmente contribuem para a permanência dos estudantes mais vulneráveis na universidade. Dessa forma, evidencia-se que o corte de verbas das universidades deve-se refletir negativamente na economia de todas as cidades em que há uma instituição federal de ensino, inclusive São Lourenço do Sul.
Mesmo diante desse cenário, a expectativa da instituição mantem-se voltada para que a cada dia se possa fortalecer a FURG em São Lourenço do Sul, ampliando a área física e garantidas as condições para a oferta de novos de cursos de graduação e pós-graduação, atendendo principalmente as demandas da região. Com isso, esperamos gerar novos empregos diretos e indiretos, investir ainda mais no comércio local e garantir a todos, desde os jovens aos idosos, a oferta de cursos superiores gratuitos e de qualidade, uma vez que, ter uma graduação é estar um passo à frente na corrida por uma colocação profissional, principalmente em tempos de crise econômica e alto índice de desemprego, situação que atualmente assola o Brasil.” NEM É PRECISO COMENTAR MAIS.


Reajuste para diretoria do Banrisul não deve ser maior que a inflação, defende Pedro Pereira
A possibilidade de os novos diretores do Banrisul aumentarem os próprios salários em 100% gerou questionamentos na Assembleia Legislativa. Após as indicações do governador Eduardo Leite e aprovação dos nomes pela Comissão de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle, o Projeto de Decreto Legislativo 1 2019 foi encaminhado para votação em plenário nesta terça-feira (14). A matéria, no entanto, não foi apreciada devido à retirada de quórum, mesmo assim o tema foi discutido por parlamentares durante a sessão. O deputado Pedro Pereira (PSDB) se manifestou na tribuna e afirmou que vota contra as indicações, pois ao que tudo indica, os novos diretores, após assumirem os cargos, reajustariam seus salários em 100%. “A remuneração dos diretores é de R$ 40 mil, com esse aumento passaria para R$ 90 mil. A do presidente é de R$ 50 mil e passaria a ganhar R$ 100 mil. Deixo bem claro que não sou contra os nomes, mas reajustar salários com o Estado quebrado é uma verdadeira aberração, uma afronta ao povo gaúcho, aos trabalhadores, aos homens e mulheres. Não serei irresponsável em ajudar a aprovar este absurdo. É um murro na cara dos gaúchos” afirmou.


Estacionamento: falta sinalizar as faixas oblíquas na rua Mal. Floriano
O centro de São Lourenço do Sul já está pequeno em estacionamentos para tantos veículos. Na rua Mal. Floriano, entre Pio Ferreira e Alfredo Born, havia faixas oblíquas orientando os motoristas onde estacionar. Com o asfaltamento daquela quadra desapareceram as faixas oblíquas, levando vários motoristas a estacionarem de qualquer jeito, ocupando muito espaço naquela quadra. Vários leitores estão sugerindo que a municipalidade volte a pintar as faixas oblíquas naquele local. É fácil e custa pouco ...

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