Quarta, 31 Outubro 2018 15:31

David Baini - edição 1º-11-18

Por
Secretária Arita Bergmann esclareceu burocracia do SUS
* UM LEITOR procurou este jornalista, manifestando-se surpreso pois procurou a Santa Casa para consultar com o médico traumatologista que atende em São Lourenço nas segundas-feiras à tarde. Foi informado no Pronto Socorro que deveria, inicialmente, procurar um posto de saúde para consultar. O médico que o atendesse solicitaria, se fosse o caso, para a Secretaria Municipal de Saúde a fim de autorizar a consultar com o traumatologista. Perplexo com a burocracia do SUS, desistiu e procurou este jornal para desabafar. Este jornalista entrevistou a competente Secretária de Saúde ARITA BERGMANN que assim se manifestou: “na Santa Casa funciona um ambulatório de consultas especializadas (neurologia, traumatologia, cardiologia e várias outras áreas). Os postos de saúde fazem atendimento médico da atenção básica. Não é a pessoa que decide espontaneamente que deseja ir em especialista pelo SUS. Isso tem um sistema de referência. Então a informação que deram para essa pessoa está correta. A porta de entradda do Sistema Único de Saúde (SUS) é o posto de saúde. O médico avalia e dá uma requisição para uma consulta com um especialista em qualquer área, podendo ser em cardiologista, neurologista, oftalmologista, etc. A secretaria municipal de saúde cadastra este paciente e encaminha para a consulta, por que existe uma fila de espera. Embora não muito grande, a gente tem que seguir a ordem cronológica até para organizar a demanda por que o número de consultas é fixado. Há um número X de atendimentos. Então, é realmente assim que funciona o sistema de referência para consultas. Isso é em todos os lugares. Só os serviços de urgência e emergência, como no caso do Pronto Socorro é que tem porta aberta para atendimento e acesso. E, mesmo assim, o serviço de urgência e emergência tem classificação de risco. Às vezes vão pessoas no Pronto Socorro que deveriam ter ido no posto de saúde, pois não possuem um risco nem uma situação de maior emergência. Eu digo que no horário de trabalho das outras unidades, às vezes há pessoas que procuram o Pronto Socorro que seriam classificadas para uma consulta atenção básica”.
 
Quando tem que se criticar, se critica. Agora é hora de elogiar
* Dois LOURENCIANOS haviam comprado, na rodoviária de Pelotas, duas passagens para Porto Alegre, no carro extra das 12:30 h de um sábado. Pretendiam pegar o ônibus no trevo da BR 116 em São Lourenço do Sul. O carro deveria passar no trevo às 13:20 h. Os dois passageiros chegaram pontualmente as 13:15 h. Aguardaram até às 13:50 h, quando descobriram, falando com o fiscal da empresa na rodoviária de Pelotas, que aquele ônibus já havia passado às 13:10 h, pois o movimento na rodovia era praticamente nulo. Os passageiros retornaram para São Lourenço e viajaram de carro para a capital. Na semana seguinte, um deles foi a Pelotas e visitou o Expresso Embaixador, onde foi atenciosamente recebido pela senhora Leticia, do Escritório de Qualidade da empresa. Imediatamente, com a maior educação e solicitude a referida funcionária atendeu a reclamação dos lourencianos, fornecendo duas novas passagens, solicitando excusas com o ocorrido. O referido lourenciano trouxe a público o excelente atendimento recebido naquela empresa que há várias décadas atende as comunidades da Zona Sul. Parabéns à senhora Leticia e ao grande empresário e sócio-proprietário Dr. Paulo Fonseca Júnior pelo gabarito do Expresso Embaixador. Por essas e outras que aquele empresa possui um conceito elevadíssimo no Rio Grande do Sul.

 

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