Quarta, 04 Outubro 2017 16:31

David Baini 05-10-17

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Leitor denuncia barraca à beira do arroio São Lourenço
* DO LEITOR L.S recebemos o e-mail abaixo para publicação. Reproduzo parcialmente: “Minha família tem casa em São Lourenço e sempre que posso vou para a cidade, pois gosto muito desta encantadora e hospitaleira cidade. Por várias vezes tenho levado para a cidade, principalmente na época de verão amigos e outros parentes para passar alguns dias conosco. E sempre é a mesma coisa; eles adoram e voltam, por muitas vezes alugando por conta própria casas para passar o verão e desta forma atraindo cada vez mais o turismo e receita para o município. No entanto, estou decepcionado e incomodado com uma situação que está ocorrendo em um dos principais pontos de turismo, senão o início do principal caminho em direção às praias. Próximo a peixaria Japesca, bem em frente a uma praça de esquina, do outro lado da rua, a qual há o "arroio", está morando de forma totalmente irregular um casal em cima do trapiche. Este casal, instalou uma barraca em cima deste trapiche e lá passam o dia e noite. Tirando a total falta de higiene, pois possivelmente estariam fazendo suas necessidades alí mesmo, havendo muita bagunça e entulho à volta. Mas o ajuntamento de outras pessoas que passam o dia bebendo álcool e muitas vezes consumindo outras coisas. É um ajuntamento que sugere anarquia. Promovem gritos, mexem com as pessoas que passam. principalmente as mulheres. Deixam carrinhos de entulho, bicicletas por cima da calçada, atrapalhando a passagem das pessoas que têm de desviar pela rua. Instauram o medo da vinhança. O casal e seus "convidados" falam alto, e muitos palavrões. Segundo soube, a vizinhança já fez reclamações à Polícia e à Prefeitura. É vergonhoso uma cidade que mostra suas belezas em uma mídia televisiva, mas na rota principal, a caminho das praias, calçada de muitas pessoas caminharem e se deslocarem para as praias, tenham de ver uma situação tão horrível, vexatória e até mesmo perigosa. Muitas pessoas estão evitando passar pelo local, tamanho é o constrangimento e até perigo que pode ocorrer. É uma gestão social. É uma questão de saúde e meio ambiente, é uma questão de segurança para os moradores, é uma infração à ordem pública, é uma mancha na imagem de São Lourenço. Seria importante que a mídia local pudesse evidenciar o óbvio à nossa querida São Lourenço. Mostrar em uma matéria do o Lourenciano esta vergonha que se instalou. E, se continuar deste jeito, logo, logo teremos mais e mais moradores irregulares às margens do arroio, da lagoa e em qualquer lugar. Perder um turista é perder receita e visibilidade para nossa cidade. (L.S) 


O contraponto da Prefeitura
* Através do DECOM, recebemos o seguinte contraponto: “O município já tomou providência por meio da fiscalização ambiental, que notificou as pessoas para se retirarem do local, e não foi atendido pois os invasores alegaram que não sairiam por se tratar de terras da marinha. A documentação foi encaminhada à Procuradoria Geral do Município que está tomando as providencias legais cabíveis.” 
Como se chama? brincanagem ou molecagem?
LEITORA desta coluna, relatou que havia recebido um recado de que a Claro havia lhe telefonado avisando que seu nome iria para o SERASA, por inadimplência. Para evitar, deveria ligar para o 1052. Então, ligou. Depois de ser atendida por uma secretária eletrônica, foi passada para um atendente que lhe ofereceu-lhe um novo plano de telefonia móvel. Imediatamente ela desligou. É BRINCANAGEM? 


Censo Agropecuário inicia coleta de dados 
A coleta de dados do Censo Agropecuário de 2017 começou no último dia 02 de outubro em todo o país. No Rio Grande do Sul, a estimativa é que sejam visitados 425 mil estabelecimentos agropecuários até fevereiro. Ao todo, 1,6 mil recenseadores foram contratados para fazer as entrevistas em todas as propriedades gaúchas onde haja algum tipo de produção agropecuária, seja zona rural ou urbana. Os dados servirão para subsidiar o governo visando ajustar políticas públicas e também o setor privado, para oferecer serviços e produtos adequados à realidade agropecuária brasileira. Todos os recenseadores portarão dispositivo móvel para o registro dos dados e estarão identificados com o crachá, boné e colete do IBGE. 

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